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A Melhor Olimpíada da História

Se você acompanhou os Jogos Olímpicos de Tóquio, sabe quantas emoções esse período teve. Foi a melhor Olimpíada da história do nosso país, pois ficamos 12º lugar no ranking, marca jamais alcançada pelo Brasil antes. Que momento UAU da nossa história!

No Rio 2016, a gente já tinha batido o nosso recorde, fechando em 13º lugar no quadro de medalhas. Mas o que é mais surpreendente é que, no Rio, enviamos 465 atletas com a nossa delegação, enquanto para Tóquio foram 302 inscritos. Mesmo com essa redução significativa, nossos guerreiros se superaram!

Rebeca Andrade com sua medalha de ouro. Foto: El País
#RebecaAndrade #MedalhadeOuro

Ouro

Foram 7 os nossos gritos de campeão nessa Olimpíada, assim como há 5 anos no Rio, como anfitriões. Mas apesar do número ser igual, a melhor olimpíada da história do nosso país teve medalhas e momentos inéditos.

A primeira medalha de ouro da história do surfe, por exemplo, que estreou nessa edição como esporte olímpico, foi um deles. Ítalo Ferreira, atleta potiguar de 27 anos, jamais será esquecido graças a essa vitória!

Nossas atletas mulheres, que garantiram 3 das nossas 7 medalhas de ouro, seguem o mesmo caminho! A ginasta Rebeca Andrade, ao som de Baile de Favela, fez o mundo inteiro se arrepiar com a potência das nossas periferias e da mulher brasileira. Ana Marcela Cunha, na Maratona Aquática, arrancou o fôlego de quem estava em casa vendo a mulher golfinho nadar em águas asiáticas e mostrar a que veio. Ao receber a medalha, ela declarou amor à namorada, fortalecendo a causa LGBTQIA+.

Na Vela, tivemos a filha da lenda Torben Grael, a Martine Grael com sua dupla, Kahena Kunze. Juntas, elas mostraram o maior talento olímpico da modalidade.

Na Canoagem, Isaquias Queiroz já era o primeiro nas provas classificatórias e liderou até o fim, ganhando o ouro com larga vantagem sob a China, que vinha em segundo.

Herbert Conceição mostrou que brasileiro é lutador em todos os sentidos e trouxe mais um ouro pra casa, na categoria peso médio do Boxe. Por fim, e não menos importante, nossos meninos do Futebol foram bicampeões olímpicos, repetindo o feito da Rio 2016. Sem conter a felicidade, o time não parava de cantar e dançar junto, antes e depois da cerimônia de premiação.

Ana Marcela Cunha com sua medalha de ouro. Foto: GE.globo
#AnaMarcelaCunha #MedalhadeOuro

Prata

É recorde que você quer, Mig? Na melhor Olimpíada da história do nosso país, recordes estão sobrando! Rayssa Leal, ou melhor, Fadinha do Skate, como ficou conhecida, foi a mais jovem medalhista do Brasil ao ganhar a prata no Skate street com apenas 13 anos.

Mesmo que você não tenha acompanhado os jogos de Tóquio, certamente viu inúmeras referências à Fadinha nos últimos dias. A medalha dela ganhou a internet. Artistas e celebridades vieram à público parabenizá-la, tornando a Fadinha a atleta mais influente da edição.

Você acha que o Skate para por aí? Negativo! No ano de estreia da modalidade em Olimpíadas, o Brasil levou mais 2 pratas. Uma, do Kelvin Hoefler, também no street. Outra, do Pedro Barros, na modalidade park. Aliás, o Pedro deu um discurso de vitória muito profundo, que vale à pena conferir.

Rebeca Andrade, que trouxe o ouro no salto, também ganhou a prata no individual geral de Ginástica Artística. E a prata foi mesmo dominada pelo poder feminino brasileiro, pois também contamos com Beatriz Ferreira. A atleta do peso leve do Boxe travou uma disputa acirradíssima com a rival irlandesa e deu show no ringue até o final.

Fora a nossa seleção feminina de Vôlei, que enfrentou as americanas sem esmorecer e trouxe pra casa, com orgulho, mais essa medalha. As nossas meninas brilharam demais nessa Olimpíada!

Rayssa Leal, a “Fadinha”, com sua medalha de prata. Foto: El País
#RayssaLeal #MedalhadePrata

Bronze

Medalha de bronze significa ser o terceiro melhor DO MUNDO. Isso é muito grande e a gente sabe disso, né Mig?! Por isso, festejamos e engrandecemos demais esses guerreiros que somaram medalhas acobreadas ao país, e ajudaram a construir melhor a Olimpíada da história do Brasil.

No Judô, duas medalhas de superação. No país natal da modalidade, Mayra Aguiar, que passou pela sétima cirurgia da carreira, se recuperou e trouxe mais um bronze pra casa. Assim como ela fez no Rio 2016, e em Londres 2012. Daniel Cargnin, com apenas 23 anos, subiu no pódio entre potências mundiais.

Outra dobradinha inesquecível foi na Natação com Fernando Scheffer e Bruno Fratus. Bruno era só alegria, não parou de comemorar durante e depois da premiação. Pelas redes sociais, as postagem com a noiva viralizaram.

Ainda sobre as duplas, o Tênis feminino surpreendeu! Laura Pigossi e Luisa Stefani garantiram mais um bronze pro Brasil. A nossa mulherada UAU, como sempre!

Pra fechar essa chuva de medalhas dos nossos atletas incríveis, temos mais 3!

Alisson dos Santos, parecendo The Flash, subiu no pódio pelo Atletismo nos 400m com barreiras. Abner Teixeira trouxe a terceira premiação pelo Boxe pro nosso país, dessa vez na categoria peso pesado. E Thiago Braz, que quase foi até o céu no Salto com Vara, fechou nosso quadro histórico de medalhas.

Mayra Aguiar com sua medalha de bronze. Foto: El País
#MayraAguiar #MedalhadeBronze

Momentos

A gente torceu, se emocionou e vibrou enquanto o Brasil deixava a sua marca nas olimpíadas de Tóquio 2021. E agora a gente se prepara pra receber os nossos atletas paraolímpicos. É tempo de acompanhar os nossos atletas brasileiros fazendo história e deixando seu legado nas Paraolimpíadas.

Qual foi seu momento favorito das olimpíadas, Mig?!

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