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De proibidas à medalhistas: inspire-se na história de conquista das mulheres nas olimpíadas!

Os jogos de Tóquio chegaram para revelar não só novos talentos no esporte, mas para mostrar a história das mulheres nas Olimpíadas e que elas vieram para competir cada vez mais!

Imagem da atleta Maya Aguiar em pé de cabelos escuros presos em uma trança, veste roupa azul, verde e amarela, segura medalha de bronze em uma mão e flores em outra. Foto: Rede do Esporte.
#DescriçãoDaImagem: Imagem da atleta Maya Aguiar em pé de cabelos escuros presos em uma trança, veste roupa azul, verde e amarela, segura medalha de bronze em uma mão e flores em outra. Foto: Rede do Esporte.

Então, Mig, olha que demais: o evento contou com 49% de mulheres, o maior índice de todos os tempos segundo o Comitê Olímpico Internacional!

Esse é um grande avanço considerando como começou a história das mulheres nas olimpíadas. Bora acompanhar essa jornada?

Só para homens

Com início na Grécia Antiga, as competições foram desenvolvidas e praticadas apenas por homens. As mulheres não tinham autorização nem para assistir aos jogos nas arquibancadas.

Da mesma forma, havia um pensamento de que nada deveria tirar as mulheres de suas funções na casa e na família. O esporte poderia desviar suas atenções e causar prejuízo à sua saúde física.

Com a modernidade, as mulheres

A realidade só começou a mudar quando em 1900, já nos Jogos Olímpicos da Modernidade, as mulheres foram permitidas em duas modalidades, mesmo a contragosto.

As 22 atletas competiram no tênis e no golfe e abriram um precedente incrível de possibilidades.

Inclusive, Mig, elas abalaram tudo quando a tenista Charlotte Cooper se tornou a primeira mulher a ganhar uma medalha de ouro nesta edição. 

Imagem em preto e branco de uma mulher de pé com os cabelos presos, veste roupa branca e segura na mão direita uma raquete de tênis. Foto: www.olympics.org.uk.
#DescriçãoDaImagem: imagem em preto e branco de uma mulher de pé com os cabelos presos, veste roupa branca e segura na mão direita uma raquete de tênis. Foto: www.olympics.org.uk.

Desde então, a participação das mulheres foi crescendo de forma tímida, mas significativa. Vários esportes ainda eram limitados aos homens, mas gradativamente elas conquistaram o seu espaço.

Cadê as atletas brasileiras?

O Brasil participou pela primeira vez dos jogos em 1920 com uma delegação composta só por homens.

Apesar disso, Maria Lenk foi o ícone que trouxe as brasileiras às competições olímpicas em 1932 em Los Angeles.

A nadadora já era um grande talento na água da época e apesar de não ter levado nenhuma medalha, sua coragem e determinação trouxeram muita inspiração e abriu caminhos para as atletas do país.

Imagem em preto e branco mostra piscina e Maria Lenk nadando de braços abertos. Foto: Luiz Novaes/Folhapress.
#DescriçãoDaImagem: imagem em preto e branco mostra piscina e Maria Lenk nadando de braços abertos. Foto: Luiz Novaes/Folhapress.

O caminho para igualdade

Apesar de já se ver uma grande evolução na história das mulheres nas olimpíadas, elas ainda têm muito pelo o que lutar. Por exemplo, salários e patrocínios compatíveis com os de atletas homens e também a liberdade de competir usando as roupas e uniformes que acharem melhor.

Além disso, algumas modalidades ainda levam conceitos antigos sobre a exposição do corpo da mulher e a feminilidade, algo que não acompanha mais a realidade dos dias de hoje, não é, Mig?

Mas, não deixa de ser uma enorme satisfação ver o empoderamento presente nas mulheres que brilham nos esportes no Brasil e em todo o mundo. 

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Ana Luísa Agostinho

Jornalista, criadora de conteúdo e constantemente curiosa.
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