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Maternidade compulsória: ser mãe por opção e não obrigação!

A maternidade compulsória era um tema que nem se cogitava discutir até pouco tempo atrás, Mig.

A ideia de uma mulher escolher não ter filhos sempre trouxe julgamento e incompreensão da sociedade que construiu esse conceito de que a maternidade era algo necessário.

Mas ainda bem que alguns pequenos passos foram dados para nos afastarmos desses e de outros conceitos machistas que nos impedem de ser quem somos.

Vem comigo entender um pouco mais do significado desse termo e como o debate pode ajudar na liberdade de muitas mulheres!

Por que as mulheres têm que ter filhos?

Desde que o mundo é mundo, a mulher é responsável pela gestação de um filho. Por conta disso, existem diversos aspectos biológicos que preparam o corpo para esse acontecimento.

#DescriçãoDaImagem: foco nos pezinhos de um bebê em cima do como da mãe com as mãos dela segurando eles. Foto: Freepik.
#DescriçãoDaImagem: foco nos pezinhos de um bebê em cima do como da mãe com as mãos dela segurando eles. Foto: Freepik.

Outro fator que desencadeou essa necessidade pela maternidade compulsória foi a forma patriarcal das famílias e da sociedade colocando o homem como provedor e a mulher com função de doar a vida para os filhos.

Tudo o que consumimos sempre foi direcionado para fortalecer essas ideias e julgar quem buscava um caminho diferente ao não ter filhos por escolha própria.

O machismo também reforça uma ideia terrível de que a mulher está num papel de submissão e não pode fugir dos padrões estabelecidos. Parece a Era Medieval, né, Mig? Mas isso infelizmente acontece até hoje.

A romantização da maternidade

Além de todo o discurso que já costumamos ouvir, quando entramos nas redes sociais vemos também uma enxurrada de posts e mensagens sobre uma realidade em que ser mãe só tem pontos positivos.

São compartilhados momentos que parecem pedaços de contos de fadas com conquistas, realizações e amor, sempre alimentando o quanto tudo é perfeito.

Mas pouco se mostra sobre o dia a dia real de uma mãe que também é cheio de dificuldades, frustrações e medo.

A falta de tempo, o cansaço maior, o difícil equilíbrio com a vida pessoal e profissional e muitos outros fatores que não costumam ser falados mas causam um grande impacto quando a mulher realmente se depara com essa realidade e sente que não consegue dar conta.

A liberdade é o caminho

Mig, tudo isso faz a gente pensar que o grande problema não está em ser ou não ser mãe, não é?

Para muitas mulheres, esse realmente é um sonho muito desejado e tá tudo bem. Mas para outras isso pode não ser uma vontade e deveria estar tudo bem também.

#DescriçãoDaImagem: mulher está de olhos fechados com expressão neutra e cabelo em movimento; ela usa um casaco cinza e ao fundo possui uma paisagem verde com pôr-do-sol. Foto: Freepik.
#DescriçãoDaImagem: mulher está de olhos fechados com expressão neutra e cabelo em movimento; ela usa um casaco cinza e ao fundo possui uma paisagem verde com pôr-do-sol. Foto: Freepik.

A nossa luta sempre vai ser para a mulher ter opção de escolha para o que ela acredita ser melhor para ela, não só a respeito da maternidade.

Precisamos falar cada vez mais isso para criar uma mudança de pensamento sobre ser mãe por opção e não por obrigação!

Posso contar com você como parte dessa transformação contra a maternidade compulsória? Juntas a gente vai longe, Mig!

Esse caminho de liberdade e consciência começa quando nos conhecemos e nos amamos. Já pensou em ter uma jornada de autoestima personalizada para você?
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Ana Luísa Agostinho

Jornalista, criadora de conteúdo e constantemente curiosa.
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