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As mulheres medalhistas paraolímpicas deram um abalo nos Jogos de Tóquio!

As mulheres medalhistas paraolímpicas deram mais do que um show em vários esportes nos Jogos de Tóquio.

Elas acumularam medalhas, quebraram recordes e anularam qualquer tipo de preconceito sobre quem são ou o que fazem, ensinando muito sobre coragem e autoconhecimento.

E para trazer o brilho que elas merecem, trouxemos 5 mulheres medalhistas paralímpicas para vibrar o poder feminino no esporte!

Maria Carolina Santiago – Natação

Maria é a primeira estrela da lista que levou nada menos do que cinco medalhas nesta última paraolimpíada. UAU!

A nadadora ganhou duas medalhas de ouro em nados livres 50m e 100m e inclusive bateu o recorde de tempo em algumas provas.

Ela também levou pra casa duas pratas em revezamento misto 4x100m e um bronze na modalidade 100m costas.

Só pra fechar a potência da Maria, ela se tornou a mulher brasileira mais premiada em uma edição de jogos paralímpicos. Mig, sensacional né?

#DescriçãoDaImagem: Mulher branca posando na frente de uma piscina, veste casaco amarelo, azul e verde, está sorrindo e segurando três medalhas de ouro, uma de prata e uma de bronze. Foto: Ale Cabral/CPB

Elizabeth Gomes – Lançamento de Disco

Beth foi como toda boa brasileira, coração e emoção por inteiro na competição!

Já no primeiro dos seis arremessos a que tinha direito, a atleta fez uma marca tão excepcional que já ganharia o ouro. Mas, também como uma boa brasileira, seguiu tentando se superar ainda mais.

E Mig, no último arremesso ela conseguiu bater o recorde mundial, derretendo todo mundo com sua emoção pelo feito!

Além disso, ela deu uma aula ignorando os preconceitos de idade que sofreu e saiu dourada de Tóquio aos 56 anos! Que inspiração!

#DescriçãoDaImagem: Mulher branca está na frente da bandeira do Brasil, veste blusa amarela e verde do Brasil, está chorando e tem os braços levantados. Foto: Wander Roberto /CPB

Alana Maldonado – Judô

Você quer ouro inédito no Judô? Alana tem!

Ela se tornou a primeira mulher brasileira a ganhar o primeiro lugar na modalidade paraolímpica.

Alana já havia sido campeã mundial de Judô em 2018, prata nos jogos Parapan-Americanos de 2015 e 2019 e também nos Jogos Paralímpicos do Rio em 2016.

E ao agradecer pelo feito, a judoca mencionou o apoio que teve da família, dos amigos e da comissão técnica, complementando: “Essa medalha não é só minha, é de todos”. Reconhecimento de que um ouro é um trabalho duro e conjunto!

#DescriçãoDaImagem: Mulher branca de cabelo preto está de pé em um tatame de judô vermelho e amarelo, enquanto olha e aponta pra cima, veste quimono branco com faixa preta. Foto: Matsui Mikihito/CPB

Mariana D’ Andrea – Halterofilismo

A Mari chegou como favorita do halterofilismo paraolímpico e cumpriu com ouro e recorde!

Ela levantou a marca de 137 kg, batendo o recorde das Américas, que pertencia a ela, por sinal!

As outras competidoras até chegaram perto, mas não superaram essa marca, deixando o primeiro lugar para a nossa guerreira brasileira!

Ela já carregava uma lista de vitórias em Copas do Mundo e Jogos Parapan-Americanos e saiu do Japão com um sorriso ainda maior no rosto!

#DescriçãoDaImagem: mulher branca de cabelos compridos preto veste casaco amarelo, verde e preto e segura medalha de ouro na mão direita e boneco mascote branco com flores na mão esquerda. Foto: REUTERS/Marko Djurica

Silvana Costa – Salto em distância

Nossa rainha do salto em distância foi a primeira brasileira medalhista de ouro nos Jogos Paraloímpicos de Tóquio!

Como ela foi ouro também no Rio em 2016, se tornou bicampeã batendo os 5m cravados na sua quinta tentativa de salto!

Além de mostrar a que veio, trouxe ao Brasil o resultado da sua determinação no esporte e na vida!

#DescriçãoDaImagem: mulher preta usa óculos escuros e top verde, amarelo e preto, está com as pernas e a mão direita em caixa de areia de salto em distância. Foto: Wander Roberto /CPB

Mig, é muito bom ver que tem tanta mulher mostrando aonde pode chegar tendo força de vontade, sonho e muita dedicação, não é?

E nós trouxemos apenas alguns exemplos de mulheres medalhistas paraolímpicas das inúmeras que também fizeram do Brasil uma potência do esporte nessa competição.

Com elas, percebemos que não existem barreiras suficientes para nos atrapalharem do sucesso que queremos para nossa vida.

E o caminho pro autoconhecimento é o primeiro passo em direção a essa realização. Vem com a UAU!

Ana Luísa Agostinho

Jornalista, criadora de conteúdo e constantemente curiosa.
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